Bruna Marquezine afirmou, em conversa com a apresentadora Camila Fremder no podcast “É noia minha?”, que hoje dá mais valor à estabilidade do que a gestos e provas de amor que antes considerava indispensáveis. As declarações foram publicadas por O Globo e pelo UOL.
Segundo a atriz, a mudança vem com a maturidade. Ela contou que deixou de lado frases e atitudes que idealizava ouvir do parceiro.
“Eu estou apaixonada pela estabilidade. Acho que tem a ver com a maturidade. Todas as frases que eu idealizava que queria ouvir da boca do parceiro, todas as provas de amor e atitudes, esquece. Joga tudo fora.”
Ao descrever o que a encanta agora, ela disse que é “outra coisa”, que acha “linda, romântica, sexy”. Segundo O Globo, Bruna vive atualmente um romance com o cantor Shawn Mendes.
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Ela já foi “meio roubada” para alguém?
Ao falar da personagem Bia, de “Amor da minha vida”, a atriz disse que também já passou por fases parecidas. A segunda temporada da série estreou neste mês no Disney+. Bruna interpreta Bia, roteirista que se envolve em vários problemas nos relacionamentos, e a define como “meio roubada” nos novos episódios.
“Eu acho que tive fases da minha vida em que fui meio roubada para alguém também. Com a melhor das intenções, não querendo ser. Olhando para trás hoje, eu falo: ‘Cara, não sei se estava na minha melhor fase ali’.”
Não foram divulgados detalhes sobre quais relações ela tinha em mente nem em que época aconteceram. Na conversa, segundo o UOL, Camila disse que nunca voltou com um ex. Bruna respondeu, em tom de brincadeira: “Não posso falar a mesma coisa”.
Como ela vê a carreira
Bruna começou a atuar aos 5 anos, em comerciais. Aos 7, estava na novela “Mulheres apaixonadas”. Por muito tempo, segundo ela, valia o raciocínio de que “se não estou trabalhando, não existo”.
Hoje, a atriz diz que fala de um lugar de estabilidade profissional, com “privilégios e segurança”, mas que ainda trabalha diariamente para se desconectar do ofício. Ela também contou que viveu muitos anos com a frustração de sentir que nada do que fazia estava bom o suficiente.
Camila perguntou se ela se considera sortuda por ter encontrado a profissão tão cedo. Bruna respondeu que não sabe se vê como sorte. Para ela, o trabalho “quase que me escolheu”, e foi só aos 18 anos que passou a enxergar a atuação como uma profissão que poderia levar adiante.
A atriz disse ainda que várias pessoas que começaram na mesma época, às vezes, se arrependem no meio do caminho porque se sentem expostas. No caso dela, afirmou que a sorte é amar o que faz.



