Uma menina de 10 anos morreu após se afogar no Oásis Aqua Park, em Ipu, no interior do Ceará, no domingo (11). Ela se chamava Isis Maria Medeiros da Silva e era de Ubajara (CE). A equipe do parque chegou a socorrê-la no local.
O parque fica na localidade de Barrinha. Segundo o Diário de Pernambuco, o local estava cheio por causa do Dia das Crianças e do feriado prolongado de Nossa Senhora Aparecida.
Como foi o atendimento?
A administração do Oásis Aqua Park informou que a equipe prestou socorro imediato e encaminhou a menina ao hospital. Uma tia de Isis, que estava no parque com ela e com os dois filhos, disse ao g1 que o afogamento ocorreu entre 11h30 e 12h.
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Segundo relato dos familiares à Polícia Civil, Isis integrava uma excursão de Ubajara que levou crianças ao parque. Ela brincava em uma das piscinas quando teria se afogado.
A menina foi levada ao hospital de Ipu. Devido à gravidade, o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) a transferiu de ambulância para o Hospital Municipal de Sobral (CE). Lá, ela teve parada cardiorrespiratória e não resistiu.
Os veículos divergem sobre o nome da unidade: o Diário de Pernambuco cita “Dr. Evangelista de Oliveira”, enquanto g1 e O Globo citam “Dr. José Evangelista de Oliveira”.
O que diz o parque?
O Oásis Aqua Park informou que só tomou conhecimento da morte na manhã desta segunda-feira (12). Em nota, afirmou que a criança recebeu atendimento no local e foi encaminhada ao hospital. O parque disse que tentava contato com a família para oferecer apoio e que segue à disposição.
Quem era Isis
Isis faria 11 anos no próximo sábado (17). Ela cursava a 5ª série na Escola Ênio Braga de Carvalho, em Ubajara. A escola divulgou nota de pesar, assim como a prefeitura da cidade, segundo o Diário de Pernambuco.
De acordo com o jornal pernambucano, o corpo foi velado e sepultado nesta segunda-feira (12), em Ubajara.
O que se sabe sobre a investigação?
A Polícia Civil do Ceará vai abrir inquérito para apurar as circunstâncias da morte, segundo o Diário de Pernambuco. As fontes consultadas não informam a causa exata do afogamento nem trazem detalhes sobre a estrutura de segurança do parque.
O próximo passo é a abertura do inquérito, para a qual não foi divulgada data.



