Uma chalana com cerca de 20 pessoas afundou no Rio Grande, na divisa entre Sacramento (MG) e Rifaina (SP), no domingo (11). Ninguém ficou ferido, segundo o g1 e o Metrópoles.
O acidente aconteceu por volta das 13h45, durante um passeio no feriado prolongado. De acordo com o g1, não chovia no momento, o tempo estava nublado e havia forte movimentação de banhistas e embarcações na região.
Como foi o naufrágio?
Conforme apuração da EPTV, afiliada da TV Globo, citada pelo g1, a chalana começou a afundar aos poucos, pela parte traseira. Isso deu tempo para os passageiros saírem da estrutura e nadarem até um ponto seguro. O local do acidente fica a cerca de 150 metros da margem.
Todos usavam coletes salva-vidas. Segundo o Corpo de Bombeiros de Sacramento, parte das pessoas chegou à margem nadando. Outras foram retiradas da água por condutores de jet skis e lanchas que passavam por ali.
O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e equipes de resgate foram enviados à margem da represa. Nenhum passageiro precisou de atendimento médico no local. Segundo o g1, os bombeiros e as autoridades de saúde locais confirmaram que ninguém da embarcação deu entrada em unidades de pronto atendimento ou hospitais de Rifaina ou Franca (SP).
Há uma diferença nos números: a legenda da reportagem do g1 menciona 25 pessoas, enquanto o texto do próprio g1 e o Metrópoles falam em cerca de 20.

O que contam testemunhas e bombeiros
O representante comercial Rodrigo Fernandes passeava de lancha com a família pela represa. Ao g1, ele contou que viu muitas viaturas e ambulâncias dentro de um condomínio e estranhou. Depois, ao voltar de um trecho perto da ponte, viu a embarcação naufragada.
Segundo o Metrópoles, a Defesa Civil municipal informou ao Corpo de Bombeiros Militar de Minas Gerais (CBMMG) quantas pessoas estavam a bordo. Os bombeiros foram acionados por volta das 14h. Quando as equipes chegaram, todos já tinham alcançado as margens em segurança.
Quem é o responsável pela chalana?
Durante as diligências, os bombeiros não conseguiram localizar o responsável pela embarcação, informa o Metrópoles. Não foi divulgado quem é o dono da chalana nem quem a conduzia.
A Marinha do Brasil vai investigar as causas do naufrágio e as eventuais responsabilidades, segundo o g1. A reportagem do g1 procurou a instituição, que não havia respondido até a última atualização do texto. O Metrópoles também aguardava retorno.
Nesta segunda-feira (12), a chalana continuava no leito do rio, com a parte traseira totalmente submersa e a ponta da frente fora da água. A Marinha ainda não se manifestou sobre o caso.



