A Prefeitura de Curitiba alertou fornecedores sobre um golpe por e-mail em que criminosos se passam por servidores do município para pedir orçamentos ou propostas comerciais, informou a Banda B. As mensagens podem trazer anexos e links que levam a empresa a preencher um formulário ou a mandar dados.
De acordo com a Secretaria Municipal de Administração e Tecnologia da Informação (Smati), os pedidos falsos partem de contas pessoais ou gratuitas, como as do Gmail. Para parecerem oficiais, os golpistas citam processos que não existem ou atribuem a compra a uma secretaria que não responde por ela.
Como saber se o e-mail é falso?
O primeiro passo é olhar o endereço completo de quem escreveu. Segundo a prefeitura, a administração municipal só faz esse tipo de pedido por e-mails que terminam em @curitiba.pr.gov.br.
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Outro ponto de conferência: a mensagem verdadeira deve identificar o servidor responsável e trazer um número de protocolo.
O que fazer diante de um pedido suspeito?
A orientação da prefeitura inclui estes cuidados:

- evitar abrir anexos e acessar links para mandar a proposta;
- não instalar aplicativos a pedido do remetente;
- antes de confirmar quem enviou o pedido, não repassar dados cadastrais, bancários ou sigilosos da empresa.
Em caso de dúvida, a empresa pode confirmar a solicitação pelo e-mail ecompras@curitiba.pr.gov.br ou falar diretamente com o gestor do contrato na prefeitura. A administração também informou que não usa o WhatsApp para pedir a instalação de aplicativos nem o envio desses dados.
Onde denunciar e onde acompanhar licitações?
Segundo a prefeitura, as licitações e as dispensas eletrônicas do município aparecem exclusivamente no Portal e-Compras de Curitiba e no Portal Nacional de Contratações Públicas (PNCP). Fornecedores cadastrados recebem os avisos automáticos pelo endereço ecompras@curitiba.pr.gov.br.
Quem for abordado dessa forma pode denunciar a tentativa de golpe pelo telefone 156 ou pelo e-mail falecomcgm@curitiba.pr.gov.br.
O alerta divulgado não informa quantos casos foram registrados nem se alguma empresa chegou a ter prejuízo.



