Um motorista de 31 anos foi preso pela Polícia Rodoviária Federal (PRF) na madrugada de domingo (11), em Mandirituba, na Região Metropolitana de Curitiba (PR). Ele é suspeito de bater na traseira de um Volkswagen Gol na BR-116, na noite de sábado (10), o que causou a morte do ocupante do outro carro, que morreu carbonizado.
Segundo a PRF, o acidente aconteceu por volta das 22h30. As fontes divergem sobre o local: uma indica o quilômetro 124 da rodovia, outra o quilômetro 141. A PRF afirma que o condutor de um Ford Fusion dirigia em alta velocidade quando atingiu o Gol. Com o impacto, o Gol pegou fogo, e a única pessoa que estava dentro dele morreu.
Como foi a fuga e a prisão?
Cinco pessoas estavam no Fusion, contando o motorista. Três passageiros ficaram no local e receberam atendimento médico por ferimentos leves. O condutor e outro passageiro fugiram a pé antes de as equipes de socorro chegarem.
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Com base em relatos colhidos na cena, a PRF identificou o motorista e passou a procurá-lo em endereços ligados a ele. Ele foi localizado e preso por volta das 0h20 de domingo. Um vídeo do acidente mostra a colisão.
O motorista bebeu antes da batida?
De acordo com a PRF, o homem apresentava sinais de embriaguez e se recusou a fazer o teste do bafômetro. Testemunhas disseram aos policiais que ele saía de uma festa onde havia bebido. Segundo a corporação, o próprio motorista confirmou ter consumido álcool.

O trecho tem velocidade máxima sinalizada de 60 km/h. A PRF informou que imagens do acidente indicam que o Fusion estava em alta velocidade.
O homem tem Carteira Nacional de Habilitação (CNH) nas categorias A e E e está registrado como motorista profissional. Por causa dos ferimentos, foi levado a um hospital e, segundo a PRF, deve ficar internado sob escolta policial.
O que acontece agora?
A PRF informou que ele deve responder por homicídio, embriaguez ao volante e fuga do local do acidente. Até uma eventual condenação na Justiça, ele é apenas suspeito.
A vítima estava sozinha no Gol. Até a divulgação das informações, o Instituto Médico-Legal (IML) ainda não a havia identificado. Os nomes dos envolvidos não foram divulgados, e as causas do acidente continuam sendo apuradas.
- Próxima etapa: identificação da vítima pelo IML.
- Situação do motorista: internado sob escolta policial.
Não há, até o momento, manifestação da defesa do motorista.



