O Estado de São Paulo chegou a 41 casos confirmados de sarampo em 2026 nesta terça-feira (6), quando a Secretaria de Estado da Saúde informou mais um registro na capital. Até agora, nenhuma morte pela doença foi registrada.
A capital paulista concentra 37 dos 41 casos. Os demais estão em São Bernardo do Campo (2), Guarulhos (1) e Santo André (1). A pasta não deu detalhes sobre a pessoa infectada no caso mais recente.
Como está o país
Segundo o Ministério da Saúde, o Brasil tem 50 casos confirmados de sarampo. Desse total, 41 foram registrados em São Paulo e na Região Metropolitana, 8 no Amazonas e 1 no Rio de Janeiro.
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Em todo o ano de 2025, o estado de São Paulo tinha registrado 2 casos. De acordo com a Folha de S.Paulo, os casos recentes aumentaram de forma acentuada depois da Copa do Mundo, e especialistas já haviam apontado o risco de mais infecções por causa da epidemia em México e Estados Unidos, países-sede do torneio.
Quem é mais atingido
Cerca de 61% de todos os casos ocorreram em crianças menores de 2 anos, a faixa mais vulnerável à doença, informou a Secretaria da Saúde.

Qual é a cobertura vacinal
Segundo a secretaria, a cobertura da primeira dose avançou de 86% em abril para 93% em julho. A da segunda dose passou de 72% para 78% no mesmo período.
Como o sarampo se transmite
O sarampo é uma doença viral contagiosa que circula pelo ar, principalmente em locais fechados e com muita gente. O contágio é de pessoa para pessoa, quando alguém doente tosse, espirra, fala ou respira.
Os principais sintomas são:
- febre alta;
- tosse;
- coriza;
- conjuntivite;
- manchas avermelhadas na pele, que costumam aparecer entre 7 e 14 dias após a exposição ao vírus.
O que diz a vigilância sobre a transmissão
O monitoramento das equipes municipal e estadual aponta tendência de queda na transmissão. Em Guarulhos e São Bernardo do Campo, a vigilância avalia encerrar a cadeia de transmissão ligada aos casos registrados.
Para isso, é preciso que passem 90 dias sem novos casos relacionados, a contar do início das manchas no último caso confirmado. Nesse intervalo, continuam a investigação de notificações suspeitas e a busca ativa de novos casos.



