O remake de The Legend of Zelda: Ocarina of Time chega nesta quinta-feira (5) ao Nintendo Switch 2, console para o qual o jogo é exclusivo, segundo a Nintendo. O preço é R$ 329,90, de acordo com a IGN Brasil. Quem quiser só terminar a história principal deve reservar entre 14 e 20 horas.
A crítica publicada pela Folha de S.Paulo é favorável ao remake, mas faz ressalvas ao novo comando de corrida.
Quanto tempo leva para zerar?
Segundo a IGN Brasil, a trama principal, com os 6 templos, as 3 masmorras e o chefão final, ocupa de 14 a 20 horas.
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Para cumprir tudo o que o jogo oferece, o tempo sobe. A IGN Brasil cita colegas da equipe americana do site, que levaram de 27 a 30 horas para completar 100% do remake. Isso inclui todas as garrafas, os fragmentos de coração, a Espada Biggoron e as cranítulas douradas. O original, de 1998, leva cerca de 27 horas nessa mesma conta, e a IGN afirma que o remake tem tempo parecido, mesmo com a troca de lugar de alguns corações e aranhas.
Em relato na primeira pessoa, a IGN Brasil conta que o jogo foi terminado em 20 horas, com 18 corações cheios, todas as garrafas, a Espada Biggoron e cerca de 50 cranítulas de ouro. O autor diz que já conhece bem o mapa do original, o que o fez avançar mais rápido do que quem nunca jogou.
Há uma mudança prática no save. O remake tem apenas um espaço de gravação, e não três, como nas versões anteriores. Para começar outra partida, é preciso apagar totalmente o progresso existente.
O que dizem as críticas?
Na análise publicada pela Folha, o remake é descrito como uma recriação fiel do clássico lançado para o Nintendo 64. A crítica o chama de versão definitiva e diz que ele é mais do que uma tentativa da Nintendo de lucrar com a nostalgia dos fãs.
O jornal aponta como pontos positivos:
- reformulação gráfica completa, com direção de arte que mantém o espírito do original;
- dublagem de alguns dos principais personagens, inclusive em português brasileiro, e tradução considerada excelente;
- Pradaria de Hyrule que passa a impressão de ser menor e menos vazia, o que deixa os trajetos menos cansativos;
- troca rápida de equipamentos e uso das teclas direcionais para botas especiais e máscaras;
- dicas para quem joga pela primeira vez e intervenções menos frequentes da fada Navi.
A principal crítica vai para a nova corrida. Para correr, o jogador precisa apertar o botão de rolar e mantê-lo pressionado, o que dificulta mexer na câmera durante o deslocamento, segundo a Folha. O jornal também afirma que o jogo não traz nenhuma grande inovação.
Quem fez o remake?
Em entrevista da série “Pergunte ao Desenvolvedor”, a Nintendo informou que Eiji Aonuma e Hidemaro Fujibayashi atuaram como produtores. Aonuma participa do desenvolvimento da série desde o Ocarina of Time original, para o Nintendo 64. Fujibayashi foi diretor de Skyward Sword, Breath of the Wild e Tears of the Kingdom.
O jogo chega às lojas e à loja digital do Switch 2 nesta quinta-feira (5).



