Os radares fixos de Londrina, no Paraná, entram em operação normal nesta quinta-feira (15), depois de um período de testes. A informação é da Companhia Municipal de Trânsito e Urbanização (CMTU), que divulgou a lista dos endereços e a mantém também no site do órgão.
Onde ficam os radares
A CMTU informou que concluiu a sinalização horizontal e vertical nos pontos onde os equipamentos foram instalados. Foram colocadas placas com a velocidade máxima permitida, pintura no asfalto e faixas reflexivas em vermelho e branco.
O diretor de Trânsito, Renan Neves, disse que houve ainda poda de árvores e galhos próximos aos aparelhos, para dar mais visibilidade aos motoristas. Os endereços completos estão na relação publicada pela CMTU.
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Os radares são novos ou substituem os antigos?
Segundo a CMTU, os equipamentos instalados agora substituem os antigos e usam tecnologia mais moderna. O diretor-presidente da companhia, Renan Salvador, afirmou que o número de aparelhos foi mantido, que não há novos radares na cidade e que não haverá mais equipamentos do que antes. Ele atribuiu a troca a um novo processo licitatório e disse que parte dos endereços mudou.
Em 2025, a gestão do prefeito Tiago Amaral autorizou cortar o parque de radares de 78 para 69. Agora, a cidade terá 66 nas ruas e avenidas. Outros três foram remanejados para o trecho urbano da BR-369, em um Acordo de Cooperação Técnica (ACT) firmado entre a prefeitura e a Polícia Rodoviária Federal (PRF). Com isso, a rodovia passa a ter cinco equipamentos.
Quais infrações os radares fiscalizam?
De acordo com a CMTU, além do excesso de velocidade, os aparelhos fiscalizam:
- avanço de sinal;
- avanço de faixa de pedestres;
- uso irregular de faixa exclusiva de ônibus;
- conversões proibidas.
A companhia informou que os equipamentos também têm sistema de alerta de furtos e roubos e permitem conexão com o projeto de cidades inteligentes.
Para que servem os radares, segundo a CMTU?
Renan Salvador afirmou que os aparelhos não têm finalidade de arrecadação. “Os equipamentos não são para arrecadação ou para fazer um controle desnecessário, mas sim para salvar vidas”, disse. Renan Neves classificou o radar como uma das ferramentas de educação usadas para reduzir a velocidade e diminuir mortes no trânsito de Londrina.
A CMTU também informou que o dinheiro arrecadado com a fiscalização eletrônica é revertido para custear a própria operação, sem ônus para os cofres do município. Segundo o órgão, o que sobra vai para outras ações de trânsito, como sinalização, manutenção de semáforos e educação no trânsito. A companhia não divulgou, nas informações recebidas, valores de multas nem o total arrecadado.
A partir de quando valem?
A operação normal começa nesta quinta-feira (15). Quem quiser saber onde estão os aparelhos pode consultar a lista de endereços no site da CMTU.



