O Departamento de Estradas de Rodagem do Distrito Federal (DER-DF) reduziu nesta quinta-feira (22/10) de duas para uma a quantidade de faixas reversíveis na Estrada Parque Juscelino Kubitschek (EPJK/DF-027), em Brasília. A mudança veio um dia depois do início do teste. Quem segue no sentido Jardim Botânico volta a ter duas das três faixas da via liberadas.
A operação experimental começou na quarta-feira (21/10) e atinge o trecho da Ponte JK. Ela funciona das 6h às 9h, com acesso logo na saída do balão do Jardim Botânico, segundo o Metrópoles.
Por que o DER mudou o desenho da via
Segundo o DER-DF, técnicos do órgão avaliaram o primeiro dia e viram necessidade de ajustes para melhorar a fluidez. Por isso, o número de faixas reversíveis caiu.
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Em nota, o departamento explicou como fica o trecho. A faixa extra continua revertida só até o motorista atravessar a Ponte JK. Depois do fim da ponte, ele encontra três faixas até a altura do trevo do Conselho da Justiça Federal (CJF).
Como fazer o desvio na prática
Para entrar na faixa reversa, o motorista encontra um desvio à esquerda da rotatória, no início da descida para a ponte. Dali, segue no sentido Plano Piloto pela pista contrária até o viaduto perto do CJF.

No viaduto, há um acesso para a SCES Trecho 2, que passa por baixo da estrutura. O retorno do viaduto para a EPJK está bloqueado.
Depois da ponte, quem vai até a L4 tem duas opções:
- pegar o primeiro desvio à esquerda, na via de baixo do viaduto, e voltar à EPJK;
- seguir pela SCES Trecho 2 até a rotatória e entrar na N1 Leste, que passa atrás do Tribunal de Contas da União (TCU).
De acordo com o Metrópoles, as faixas reversas são a melhor opção para quem vai à parte Norte de Brasília, porque, ao sair da N1 Leste, o motorista fica perto da entrada da Vila Planalto.
E quem segue para o Jardim Botânico
Os motoristas no sentido Jardim Botânico precisam desviar a rota no acesso do viaduto próximo ao CJF, com o Setor de Clubes Sul. Depois, fazem a rotatória que liga os acessos da EPJK e da marginal à Ponte JK e seguem o fluxo normal da subida do balão.
O DER-DF espera aumentar em mais de 50% a capacidade de tráfego com a mudança. A matéria do Metrópoles não informa por quantos dias o teste vai durar nem se a faixa reversa será mantida depois da fase experimental.



