O CT Joaquim Grava, centro de treinamento do Corinthians no Parque Ecológico, foi alvo de rojões nesta quarta-feira (14). Dois homens encapuzados fizeram o ataque e, segundo a TV Globo, um deles mostrou um revólver a uma integrante da equipe da emissora.
De acordo com o ge, o protesto era contra os maus resultados do time na temporada. Os dois deixaram o local logo depois, e as informações divulgadas até o momento não citam prisão.
O que aconteceu no CT do Corinthians
Segundo o ge, uma equipe da Globo gravava uma reportagem na porta do centro de treinamento quando um carro chegou à rua de acesso. Dois homens desceram com uma bateria de rojões e pediram que as câmeras fossem desligadas.
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Eles ameaçaram os profissionais, acenderam os artefatos na direção do portão principal e fizeram cobranças aos jogadores. Ao irem embora, exibiram a arma de fogo.
Dentro do CT, a equipe do ge ouviu os estouros e viu seguranças em movimento. Minutos depois, os profissionais foram convidados a sair por precaução.
Rojões já tinham sido ouvidos mais cedo?
Sim. Durante a segunda sessão de treino do dia, estouros também foram ouvidos na parte externa do CT. Era o primeiro dia de trabalho do técnico holandês Clarence Seedorf no clube.

Os barulhos geraram preocupação entre jornalistas e funcionários. Os repórteres foram retirados da beira do gramado, em um treino que já seria parcialmente aberto à imprensa.
Como o clube e a polícia reagiram
A diretoria do Corinthians pediu a presença de uma viatura da Polícia Militar. Segundo o ge, depois que os encapuzados saíram, a viatura deixou o CT para averiguar a movimentação. O clube também reforçou a segurança nos dois portões de acesso.
Em nota, o Corinthians se solidarizou com os profissionais da TV Globo e informou que as imagens do circuito de câmeras de segurança estão à disposição das autoridades policiais para a investigação do caso.
“O Corinthians repudia de forma veemente qualquer ato de violência ou ameaça, reforçando seu compromisso com a liberdade de imprensa.”
Quem são os envolvidos e o que falta esclarecer
Os dois homens não foram identificados nas informações divulgadas. O Estadão e o ge os descrevem como torcedores do Corinthians, mas não há confirmação oficial dessa identificação.
Também não há confirmação sobre a abertura de inquérito nem sobre a situação da arma, incluindo se ela tinha registro. As imagens das câmeras de segurança do CT são o material que o clube ofereceu para a investigação.



