A TV Globo exibe A Substância na Tela Quente desta segunda-feira (26/10), às 22h40, logo depois da novela Quem Ama Cuida. O jornal A Tarde lembra que a programação pode variar conforme a região.
Segundo o Papo de Cinema, o longa tem classificação indicativa de 18 anos e dura 2h21. A Tarde informa que é a primeira vez que o filme passa na TV aberta brasileira. Em Porto Alegre, a GZH também noticiou o horário das 22h40 para a RBS TV.
Qual é a história do filme?
Dirigido pela francesa Coralie Fargeat, que também assina o roteiro original, o filme é de 2024 e mistura terror e crítica social. Demi Moore vive Elisabeth Sparkle, apresentadora de um programa de ginástica na TV que perde o emprego por ser vista como velha demais.
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Sem saída, ela recorre a uma substância clandestina que gera uma cópia mais jovem dela mesma. Margaret Qualley interpreta essa versão, chamada Sue. Segundo o Séries em Cena, as duas precisam trocar de corpo a cada sete dias, e a regra logo passa a ser desrespeitada.
Quanto o filme custou e quanto arrecadou?
O orçamento foi de US$ 17,5 milhões, e a bilheteria mundial chegou a cerca de US$ 77,3 milhões, segundo a GZH e o Papo de Cinema. O Papo de Cinema ressalva que bilheteria bruta não equivale a lucro, porque gastos com divulgação, distribuição e a parte dos exibidores ficam fora dessa conta.
Que prêmios o filme ganhou?
No Oscar de 2025, o longa recebeu cinco indicações: filme, direção, atriz (Demi Moore), roteiro original e maquiagem e cabelo. A única vitória veio em maquiagem e cabelo, para Pierre-Olivier Persin, Stéphanie Guillon e Marilyne Scarselli. Em Cannes, em 2024, o roteiro foi premiado.
Demi Moore ganhou em janeiro de 2025 o Globo de Ouro de melhor atriz em comédia ou musical, a primeira vez que venceu esse prêmio, segundo o Papo de Cinema. A atriz também é conhecida por Ghost, Proposta Indecente e Assédio Sexual.
O que esperar das cenas
A GZH avisa que o filme pode causar incômodo, choque e até nojo. Segundo o jornal, a tela grande e o som alto do cinema intensificavam esse desconforto, que a diretora busca ao explorar o chamado horror corporal.
Em entrevista à Entertainment Weekly, citada pelo Papo de Cinema, Coralie Fargeat disse que quis usar efeitos práticos em vez de recorrer sobretudo à computação gráfica. Ela estimou em cerca de 136 mil litros o sangue cenográfico usado na sequência final, que levou quase três semanas para ser filmada.



