Quatro suspeitos invadiram a casa dos pais de Marcos Matsunaga, em Alto de Pinheiros, Zona Oeste de São Paulo, na tarde de quarta-feira (14). Três deles morreram em confronto com a Polícia Militar (PM). Um homem de 39 anos foi preso em flagrante, e um policial da Rota foi atingido no ombro.
O imóvel fica na Rua Alberto Faria. De acordo com fontes ouvidas pelo g1, a casa pertence a Mitsuo Matsunaga e Misako Kitano, pais do empresário. Segundo a Secretaria da Segurança Pública (SSP), a PM foi acionada e, ao chegar, deteve um dos suspeitos no andar térreo. No mesmo andar, os policiais encontraram três funcionários trancados em um cômodo e os resgataram.
Como foi o confronto
Ainda de acordo com a SSP, os policiais localizaram os outros três suspeitos, e houve troca de tiros. Dois morreram no local. O terceiro foi levado à UPA Lapa, mas não resistiu aos ferimentos.
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O policial ferido foi levado ao Hospital das Clínicas. Segundo a PM, citada pelo jornal A Tarde, ele não corre risco de morte. As armas foram apreendidas, e a perícia foi acionada.
Quantas pessoas estavam na casa
As versões divergem. A SSP, segundo o g1 e a Veja São Paulo, citou três funcionários resgatados. O g1 informou que os avós e a neta de Marcos Matsunaga não estavam na residência no momento do roubo.

Já o jornal A Tarde publicou que seis integrantes da família foram feitos reféns e liberados sem ferimentos, informação que atribui à PM. Não há confirmação do total de pessoas que estavam no imóvel.
Quem são os envolvidos
Marcos Matsunaga presidia a fabricante de alimentos Yoki quando foi morto, em maio de 2012, pela mulher, Elize Matsunaga. Ela confessou o crime e foi condenada. Desde então, segundo o g1, a filha do casal mora com os avós paternos.
A casa já tinha sido invadida em 2023. Na ocasião, segundo a Veja São Paulo e o jornal A Tarde, os criminosos levaram cerca de R$ 20 mil, além de joias, relógios, celulares, um notebook e duas pistolas.
O que acontece agora
O caso foi registrado como roubo a residência no 14º Distrito Policial (DP), em Pinheiros, que pediu apoio do Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP). A PM abriu um Inquérito Policial Militar (IPM) para apurar a atuação dos policiais que participaram da ação.
O homem preso ficou à disposição da Justiça. Os suspeitos mortos não foram identificados, e a motivação da invasão não foi divulgada. Não há prazo informado para a conclusão da perícia nem do IPM.



