Quem não conseguir chegar ao local de prova no primeiro dia do Enem 2026 por causa das condições climáticas poderá fazer o exame em uma segunda aplicação, em dezembro. O anúncio foi do ministro da Educação, Leonardo Barchini, neste domingo (8), segundo a CNN Brasil.
“Todas as questões climáticas estão sendo observadas pelo Inep. Para aqueles que não conseguirem chegar por motivos climáticos, teremos uma segunda aplicação no mês de dezembro”, afirmou o ministro. Ele falou com a imprensa depois de apresentar ao presidente Lula os números da aplicação do exame deste ano.
Qual é a nova data do Enem para quem foi afetado pelo clima?
Por enquanto, a única referência é o mês: dezembro. Na declaração reproduzida pela CNN Brasil, o ministro não disse o dia da segunda aplicação.
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Também não há informação sobre como o candidato terá de comprovar o impedimento, se precisará fazer algum pedido ao Inep ou se a regra vale para o segundo dia de provas. A fala de Barchini se refere ao primeiro dia. Nenhum desses pontos foi confirmado.
Em quais regiões vale a regra?
O ministro falou em candidatos que não conseguirem chegar “em regiões em que as condições climáticas prejudicarem”, segundo a reportagem. A fonte não traz lista de cidades ou estados com problemas nem o número de candidatos que deixaram de fazer a prova. Esses dados não foram confirmados.

Até que horas os portões ficaram abertos?
Os portões dos locais de prova fecharam às 13h deste domingo (8), de acordo com a CNN Brasil.
“O Enem é o maior portal de acesso ao futuro. Cheguem no horário e muito boa sorte”, disse Barchini aos candidatos.
O que mais o ministro disse na entrevista
Barchini defendeu o Enem como porta de entrada para a universidade e citou números sobre o ensino superior. Segundo ele, quem tem diploma ganha salário 2,5 vezes maior e enfrenta taxa de desemprego de 2,7%, metade da de quem não tem. O ministro afirmou ainda que o país passou de 5 milhões para 25 milhões de pessoas com nível superior no mercado de trabalho desde o início do século 21.
Ele também disse que, nas universidades federais, a presença de alunos de escola pública subiu de um terço para quase 70% em duas décadas. Os números são do próprio ministro, e a reportagem não indica a origem deles.
A data e as regras da segunda aplicação ainda não foram divulgadas oficialmente.



