Um casal foi à Justiça do Rio para tentar retomar uma casa no Recreio dos Bandeirantes, na Zona Sudoeste, adquirida em leilão pelo atacante Pedro, do Flamengo. O caso tramita na 3ª Vara Cível da Barra da Tijuca e foi divulgado pela coluna de Ancelmo Gois, do jornal O Globo.
Os autores pedem uma liminar, decisão provisória e rápida, para voltar imediatamente ao imóvel. Até a publicação das informações, não havia confirmação de que o juiz tivesse analisado o pedido.
Como o jogador ficou com a casa?
Segundo a parte autora, o casal foi obrigado a sair do imóvel quando a Caixa Econômica Federal fez a retomada por execução extrajudicial, em razão de atrasos no pagamento do financiamento imobiliário. Depois da saída dos antigos ocupantes, o jogador adquiriu a casa em leilão.
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A coluna identifica o atacante como Pedro Guilherme.
O que decidiu o STJ
Em agosto de 2026, o Superior Tribunal de Justiça (STJ) anulou a execução extrajudicial, em decisão que, conforme os autores, é definitiva. O motivo foi a falta de notificação pessoal dos antigos ocupantes para que regularizassem a dívida, algo que a lei exige.
Com a anulação, o casal afirma ter recuperado o direito à posse. É com base nessa decisão que o pedido chegou à Vara Cível.
Pedro foi avisado?
De acordo com o casal, Pedro foi notificado para deixar a casa por conta própria, mas teria permanecido no local. Por isso, os autores recorreram à Justiça.
Esse é o relato da parte autora. Pedro não foi ouvido sobre o caso, e as publicações não trazem manifestação do jogador nem da Caixa.
O pedido de liminar segue sem resposta conhecida: até a publicação das informações, não havia confirmação sobre o deferimento.



