Quem vota neste domingo (25) para presidente no segundo turno tem duas opções: Flávio Bolsonaro, do PL, número 22, ou Lula, do PT. A votação no Brasil começa às 8h.
Segundo o g1, que consultou o sistema de divulgação de candidaturas do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), os candidatos aparecem na urna com números de dois dígitos, e o eleitor precisa digitá-los na hora de votar.
Como votar para presidente
Onde não há segundo turno para governador, eleição suplementar para prefeito nem plebiscito, o eleitor vota apenas para presidente. Basta digitar os dois números do candidato escolhido e confirmar.

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O Brasil tem 158,7 milhões de eleitores aptos, segundo dados do TSE divulgados pelo g1 antes do primeiro turno.
Em quais lugares a urna pede mais votos
Em alguns pontos do país, o eleitor vota em mais de um cargo no mesmo domingo. A ordem muda conforme o local:
- Acre, Amazonas, Distrito Federal, Rio Grande do Norte, Espírito Santo e Tocantins: o voto para governador vem antes do de presidente. São dois números para cada cargo.
- Arroio do Sal (RS), Santana do Itararé (PR), Macedônia (SP), Martinópolis (SP), Narandiba (SP) e Itaguaí (RJ): presidente primeiro e depois prefeito, por causa de eleições suplementares.
- Goiatins (TO): governador, presidente e prefeito, nessa ordem.
- Cidades do Paraná e de Mato Grosso com plebiscito: o eleitor vota para presidente e depois responde à pergunta exibida na urna, sobre mudanças nos limites territoriais entre municípios.
O que já aparece do voto no exterior
Os brasileiros que vivem fora do país começaram a votar antes, por causa do fuso horário. Segundo boletins de urna do TSE compilados pela CNN Brasil até as 7h, Flávio somava 69,3% dos votos, contra 30,75% de Lula. Os números são parciais e não formam a totalização oficial.

No Japão, Flávio teve 28.538 votos (80,08%) e Lula, 7.098 (19,92%). Segundo a compilação, o candidato do PL também aparece à frente nas Filipinas (59%), em Taiwan (58%) e em Hong Kong (51,15%).
Lula lidera na China (73,7%), na Austrália (64,5%), na Coreia do Sul (64,35%) e em Singapura (63,78%). Na Nova Zelândia, a vantagem foi dele: 418 votos a 101, nas cinco seções de Wellington, de acordo com apuração do Estadão.
O TSE informa que 918.911 brasileiros no exterior estão aptos a votar, em 1.361 seções. A votação fora do país termina só na noite deste domingo, no Canadá.



