O PL deve ficar com a maior bancada do Senado a partir de 2027. Até as 20h30 deste domingo (4), PL e Novo tinham 17 novos senadores eleitos confirmados, segundo a Gazeta do Povo, que projeta mais de 45 cadeiras para a direita, somando partidos aliados.
O Diário do Nordeste informa que será a segunda eleição consecutiva em que o PL terá a maior bancada da Casa. Além dos 17 confirmados, outros cinco candidatos estavam entre os mais votados em seus estados, com mais de 80% das urnas apuradas. A contagem ainda é parcial.
Quem já foi eleito
De acordo com a Gazeta do Povo, a fila dos eleitos da direita foi puxada por Michelle Bolsonaro (PL), que venceu a disputa pela primeira vaga no Distrito Federal. Bia Kicis (PL-DF) formou com ela a chapa pura do partido e também foi eleita.
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Os demais nomes confirmados, segundo o jornal:
- São Paulo: Guilherme Derrite (PP) e André do Prado (PL)
- Santa Catarina: Caroline de Toni (PL), a mais votada, e Carlos Bolsonaro (PL), na segunda vaga
- Paraná: Filipe Barros (PL) e Deltan Dallagnol (Novo), os mais votados
- Rio Grande do Sul: Sanderson (PL) e Marcel Van Hattem (Novo), entre os dois mais votados
- Mato Grosso do Sul: Reinaldo Azambuja (PL) e Capitão Contar (PL)
- Mato Grosso: Mauro Mendes (União), o primeiro colocado, e Zé Medeiros (PL), o segundo
- Goiás: Gustavo Gayer (PL), o mais votado
- Tocantins e Acre: Eduardo Gomes (PL) e Márcio Bittar, reeleitos
- Roraima: Nicoletti (PL)
- Rondônia: Dr. Fernando Máximo e Bruno Scheid
A lista nominal publicada pela Gazeta do Povo traz mais nomes do que o total de 17 e inclui candidatos de PP e União. O jornal não detalha como chegou a esse número.

Quem ainda aguarda o resultado final
No Rio de Janeiro, Carlos Portinho e Carlos Jordy, ambos do PL, lideravam a disputa pelas duas vagas com 84% das urnas apuradas. Em Minas Gerais, Domingos Sávio (PL) aparecia na liderança com 88%.
No Pará, Delegado Éder Mauro (PL) estava na segunda colocação com 89% das urnas apuradas. No Maranhão, com mais de 85% apuradas, Lahesio Bonfim (Novo) disputava a liderança.
O que ainda pode mudar
Segundo a Gazeta do Povo, o registro de candidatura de Deltan Dallagnol ainda deve ser submetido a julgamento do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
Nos estados em que a apuração não chegou a 100% das urnas, o resultado ainda pode ser alterado.



