Uma linha de instabilidade provoca temporal no oeste de São Paulo neste domingo (4), com chuva forte, raios, granizo e rajadas de vento que chegaram a 70 km/h na região de Presidente Prudente. A Defesa Civil estadual acompanha o avanço das tempestades.
Até o momento, não há registro de vítimas ou feridos, segundo o órgão. As ocorrências incluem quedas de árvores e destelhamentos.
Quais cidades registraram ocorrências
Adamantina, Presidente Prudente, Dracena, Presidente Venceslau, Flora Rica, Paraguaçu Paulista e Mirante do Paranapanema tiveram ocorrências e mantêm equipes em campo para atendimentos e vistorias.
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- Em Presidente Prudente, foram 21 chamados por queda de árvores até o momento.
- Em Flora Rica, cinco residências ficaram sem telhado.
- Em Mirante do Paranapanema, uma árvore caída interditou temporariamente um trecho da Rodovia Olímpio Ferreira da Silva. A pista foi liberada depois da remoção da vegetação.
Quantos clientes ficaram sem energia
De acordo com a concessionária de energia, 76.744 clientes estavam com o fornecimento interrompido, principalmente em Dracena, Andradina e Teodoro Sampaio. A Defesa Civil também acompanha os efeitos das quedas de energia.
Doze alertas entre 5h37 e 10h40
Nesse intervalo, a Defesa Civil emitiu 12 alertas: seis por Cell Broadcast, sistema que envia mensagens a celulares de uma área, e seis por SMS. Eles foram direcionados a regiões do interior paulista, entre elas Rosana, Assis, Tupã, Marília, Araçatuba, Avaré, Piraju, Registro, Itapeva, Andradina, Sete Barras, Penápolis e Lins, além de municípios vizinhos.

As mensagens tratavam de chuva forte, raios e ventos. Os avisos por Cell Broadcast também citavam a possibilidade de granizo. Todos orientavam a população a ficar em local seguro.
A ação deste domingo segue um alerta meteorológico divulgado pela Defesa Civil na sexta-feira (2), que já apontava aumento da instabilidade a partir de hoje, sobretudo no interior e perto da divisa com o Paraná.
O que a Defesa Civil recomenda
Durante tempestades, o órgão orienta evitar áreas sujeitas a alagamento, não ficar sob árvores nem perto de estruturas metálicas e buscar abrigo seguro. A população deve acompanhar os canais oficiais da Defesa Civil, que mantém, com o Corpo de Bombeiros e órgãos municipais, equipes mobilizadas para atender novas ocorrências.



