Apoiadores da indicação da ex-ministra do Planejamento Simone Tebet (PSB-SP) levaram o nome dela ao presidente Lula para uma cadeira no Supremo Tribunal Federal (STF). A informação é da coluna Mônica Bergamo, da Folha de S.Paulo. Aliados do presidente afirmam que ele já decidiu reservar a uma mulher ao menos uma das próximas vagas.
Segundo esses aliados, Lula só não definiu para qual delas.
Por que o nome de Tebet aparece
Tebet tem mestrado em Direito pela PUC de São Paulo, deu aulas em universidades e presidiu a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado, colegiado que sabatina os indicados ao STF.
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Na política, foi candidata à Presidência em 2022, pelo MDB. No segundo turno daquele ano, apoiou Lula na disputa com Jair Bolsonaro (PL). Depois, foi ministra do Planejamento no governo petista. Neste ano, concorreu a uma vaga no Senado por São Paulo e não foi eleita.
Quantas vagas Lula ainda tem para preencher
Lula poderá indicar três ministros até o fim do mandato. A primeira cadeira está aberta desde outubro de 2025, com a saída de Luís Roberto Barroso.
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Quem mais está na conversa
Tebet não é a única mulher citada. A ministra do Superior Tribunal de Justiça (STJ) Daniela Teixeira também é lembrada para o cargo.
Entre os homens, o ministro do Tribunal de Contas da União (TCU) Rodrigo Pacheco é cotado para uma das indicações. Segundo a Folha, o nome dele é defendido pelo presidente do Senado, Davi Alcolumbre, e tem o apoio de ministros do STF.
Há ainda o caso de Jorge Messias. Lula indicou o advogado-geral da União para a vaga de Barroso neste ano, mas o Senado rejeitou o nome. O presidente já sinalizou que pretende apresentá-lo novamente.
Como a indicação é aprovada
O presidente escolhe o nome, mas o Senado tem a palavra final. O indicado passa por sabatina na CCJ e depois precisa ter a aprovação do plenário da Casa.



