O ex-volante Émerson Leal morreu nesta terça-feira (27), aos 46 anos, em decorrência de complicações cardíacas após um infarto. Ele estava internado no Hospital São Camilo, em Esteio, na Região Metropolitana de Porto Alegre, desde 20 de outubro, quando passou mal durante uma partida de futebol entre amigos.
Como foi o mal-estar durante o jogo
Segundo um amigo ouvido pela GZH, Émerson sentiu-se mal após cerca de 20 minutos em campo. Um médico que estava no local fez massagem cardíaca enquanto a ambulância era aguardada. De acordo com a GZH, o Samu levou cerca de 20 minutos para chegar.
Ele foi levado ao hospital e, conforme o relato do amigo, permaneceu na UTI em estado grave até a morte.
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O mesmo amigo contou que Émerson já tinha sentido dores no peito em um jogo no sábado anterior (17). Ele teria passado cerca de 15 minutos deitado no vestiário e atribuído o incômodo a pressão alta.
Quem era Émerson Leal
Nascido em Esteio, ele se formou nas categorias de base do Grêmio e defendeu o clube de 1999 a 2004. Fez parte do elenco campeão da Copa do Brasil de 2001.

Os números da passagem pelo Tricolor variam conforme a fonte. A GZH, com dados do site “O Gol”, registra 108 partidas e cinco gols. O Metrópoles informa 92 jogos e quatro gols.
Além do Grêmio, ele atuou pelo Sport, Juventude, Novo Hamburgo, Madureira, América de Natal e Canoas, entre outros clubes, segundo GZH e ge.
O problema cardíaco na carreira
Os problemas de saúde já tinham afastado Émerson dos gramados. Em 2004, exames detectaram uma alteração cardíaca. O ge e o Metrópoles situam o episódio na passagem por empréstimo ao Sport. Já a GZH diz que ele foi afastado após voltar ao Grêmio, em novembro daquele ano, por determinação do departamento médico do clube.
Nesse ponto as versões coincidem: ele ficou cerca de três anos sem jogar. Voltou em 2007, liberado pelos médicos, e atuou pelo Juventude. Segundo a GZH, ele já tinha problemas cardíacos desde a época de atleta, com exames alterados que chegaram a tirá-lo de campo.
Até a tarde desta terça-feira, os relatos publicados não informavam dados sobre velório e sepultamento.



