O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou neste domingo (11) que Rússia e Ucrânia aceitaram um cessar-fogo energético, com efeito imediato. O anúncio foi feito na rede Truth Social.
Segundo a Jovem Pan, a ideia é que os dois lados interrompam os ataques contra a infraestrutura de energia um do outro. A agência Reuters também registrou que Trump disse que os países chegaram a um acordo sobre o que ele descreveu como cessar-fogo energético. O Metrópoles classificou o acordo como um cessar-fogo parcial.
O que Trump escreveu
Na publicação, Trump disse que a medida entra em vigor de imediato e que as duas partes concordaram. “Não o violem!”, pediu, de acordo com a tradução do Metrópoles. Ele também agradeceu a atenção dada ao assunto.
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Segundo a Jovem Pan, Trump não revelou mais detalhes sobre o acordo.
O que Zelensky havia dito antes
O anúncio veio horas depois de uma entrevista do presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, à emissora ABC News. Ele afirmou que já havia dito a Trump e à equipe americana que a Ucrânia quer a paz e está pronta para um cessar-fogo.
“Estamos prontos para iniciar qualquer tipo de processo de desescalada.”
Na mesma entrevista, Zelensky falou sobre as refinarias russas. Ele disse que a Ucrânia pede a Trump um sinal para que a infraestrutura de energia ucraniana não seja atacada, caso a Rússia não queira ver as suas refinarias atingidas.
“Não nos ataquem. Não matem nossas crianças. Nós pararemos de atacar seus motores a diesel. E eu acho que é um acordo justo”, declarou o ucraniano.
O que ainda não foi confirmado
Segundo a Jovem Pan, nem Kiev nem Moscou reagiram de imediato ao anúncio. Os governos russo e ucraniano ainda não confirmaram que o acordo existe nos termos descritos por Trump.
O que Trump havia dito no sábado
O anúncio ocorre depois de declarações de Trump feitas no sábado (10). Naquele dia, ele criticou os ataques ucranianos a refinarias russas e afirmou que “é hora de a Ucrânia ter um novo presidente”, conforme a Jovem Pan.
O próximo passo é uma manifestação oficial de Moscou e de Kiev, que ainda não se pronunciaram sobre o anúncio.



